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Experiência pastoral gradual

Uma vez que a finalidade do Seminário é preparar os seminaristas para serem pastores à imagem de Cristo, a formação sacerdotal deverá estar permeada por um espírito pastoral que os torne capazes de ter aquela mesma compaixão, generosidade, amor por todos, especialmente pelos mais pobres, e pronta solicitude pela causa doReino, que caracterizaram o ministério público do Filho de Deus, e que se podem resumir na caridade pastoral.

Naturalmente, porém, deve ser oferecida uma formação de caráter especificamente pastoral, que ajude o seminarista na aquisição daquela liberdade interior necessária para viver o apostolado como serviço, capaz de enxergar a ação de Deus no coração e na vida dos homens. Vivida deste modo, a atividade pastoral configura-se para o mesmo ministro ordenado como uma permanente escola de evangelização. Neste tempo, o seminarista iniciará a colocar-se como guia de um grupo e a estar presente nele como homem de comunhão, através da escuta, do atento discernimento, da cooperação com outros e da promoção da ministerialidade. De modo particular, os seminaristas devem ser devidamente instruídos a colaborar com os diáconos permanentes e com o mundo laical, valorizando o papel específico destes. Énecessário que os candidatos ao ministério presbiteral recebam uma conveniente formação sobre a natureza evangélica da vida consagrada nas suas múltiplas expressões, sobre o seu carisma próprio e sobre aspectos canônicos, tendo em vista uma profícua colaboração. (RF, 119)

As experiências pastorais sucedem-se neste Seminário do seguinte modo:

  • Etapa do Discipulado: voluntariado e "sacerdócio hospitaleiro"
  • Etapa da Configuração: Catequese e envolvimento comunitário
  • Etapa da Síntese vocacional: permanência ao fim de semana numa ou mais paróquias

Em alguns fins-de-semana do ano, realizam-se fins-de-semana de ação vocacional nas dioceses de proveniência

Noutros fins-de-semana, favorece-se o regresso às famílias

Na realidade, «os laços familiares são fundamentais para fortificar a auto-estimasadia dos seminaristas. Por isso, é importante que as famílias acompanhem todo oprocesso do Seminário e do sacerdócio, pois ajudam a revigorá-lo de formarealista. (RF, 148b)